Ex.mo Sr. Primeiro-Ministro
Não posso deixar de lhe transmitir a minha preocupação, como cidadão deste país.
Promove, e muito bem, a inovação e o choque tecnológico. Mas... indo ao sites "innovation point", Adi, Oficina da Inovação... etc, espreme-se e não saí sumo...
enfim, vai ser mais uma oportunidade perdida, talvez a ÚLTIMA do financiamento Comunitário ser BEM APROVEITADO, como o utilizaram bem os espanhois, irlandeses e gregos... e receio que os portugueses esbanjem tudo outra vez nos bolsos de uns quantos...
Sim, uns quantos CHICO-ESPERTOS, que utilizam os clichés europeus de "Inovação" e "Energia Renovável" para encher os bolsos.
Só quem anda cego ou não quer ver, não vê as movimentações e ligações perigosas (p.ex,nas eólicas) que para aí andam: são ex-euro-deputados, ex-governantes, autarcas, construtores civis... todos envolvidos numa bela teia.
Sendo eng. civil, repugna-me as alterações aos PDM que são feitas ao sabor das conveniências, entre outras falcatruas.
Se lhe escrevo estas linhas, é pq ainda acredito na sua honestidade, e desejo o melhor para o meu país.
Qd me fartar, restam-me somente duas alternativas... juntar-me a eles (se não for possível vencê-los), ou emigrar, e manter a minha cabeça levantada.
Com os melhores cumprimentos
Pedro Baptista
segunda-feira, abril 30, 2007
quinta-feira, abril 26, 2007
Viva a Eólica II !
Depois da DST, tb a ABB decidiu aproveitar as massas...
Qd acabarem os fundos...
Empresa promete "segunda Auto-Europa" com energia eólica
Publicado em: 20-04-2007 08:11 Fonte: Lusa Tipo: Geral
Uma empresa de capitais irlandeses e portugueses anunciou ontem que pretende construir em Bragança o maior parque eólico europeu, num investimento de 800 milhões de euros, que comparou a "uma segunda Auto Europa neste canto de Portugal".
Com este projecto, a Airtricity Energias Renováveis quer entrar no mercado português da energia, produzindo e vendendo directamente ao consumidor. A nova empresa resulta de uma parceria entre a Airtricity irlandesa, que está a desenvolver projectos do género em vários países, desde os Estados Unidos à China, e a empresa portuguesa Enerbaça- Energias Renováveis.
Segundo explicou o presidente da Enerbaça, Luís Pinho de Sousa, os 400 a 600 MW de energia que estima sejam produzidos neste mega parque eólico dará para "alimentar entre 15 a 20 cidades" como Bragança, que tem cerca de 20 mil habitantes. "Isto é, de facto, o maior parque eólico com uma unidade industrial feito em fileira no mosaico europeu", afirmou.
Tanto Luís Pinho de Sousa como o presidente da Airtricity, Paul Dowling, tencionam ter a funcionar "o primeiro aerogerador dentro de um a dois anos", embora ainda não esteja concluído o processo que permitirá avançar com o projecto. Os promotores estão já em negociações para o arrendamento de terrenos que se estendem pelos concelhos de Bragança e Vinhais.
Numa primeira fase vão ainda ser desenvolvidos estudos, através da instalação de torres meteorológicas, para avaliação da verdadeira capacidade da zona, que entendem ser das que apresentam maior potencial eólico no país. Os promotores prometem "centenas de postos de trabalho indirectos durante a construção, que envolverá empresas ligadas a este sector".
Para a manutenção do parque, que será construído em parcelas, serão criados localmente entre 45 a 50 postos de trabalho, segundo o presidente da Enerbaça. "Isto representa, de facto, uma segunda Auto-Europa em termos de investimento directo para este canto de Portugal", afirmou, comparando o projecto ao maior investimento estrangeiro feito no país no sector automóvel.
Com este parque eólico pretende-se contribuir para que Portugal possa atingir os objectivos de 45 por cento da electricidade consumida a partir de fontes renováveis até 2010.
Os promotores querem também vender directamente ao consumidor e afirmam que esta vertente faz parte do projecto e do valor global do investimento, aproveitando o mercado ibérico e a proximidade da região com Espanha.
O projecto está, no entanto, ainda dependente de estudos e autorizações, nomeadamente ao nível ambiental, já que será desenvolvido em pleno Parque Natural de Montesinho(PNM), que é uma área protegida.
Apesar de ser ambientalmente um dos sítios mais sensíveis de Portugal, os promotores entendem que "há que avançar sem radicalismos para alterar o tipo de consumo que está a ser feito com combustíveis fósseis".
Na cerimónia de apresentação do projecto o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, deixou um apelo no mesmo sentido, alertando que "este projecto necessita de muita cooperação institucional e de abertura por parte do Governo e nada de fundamentalismos".
O autarca lembrou que as aldeias do Parque Natural de Montesinho perderam, nos últimos trinta anos, metade da sua população, sendo necessário inverter esta tendência com investimentos.
Os parques eólicos que se avistam no lado espanhol continuam a ser motivo de "frustração" para os presidentes de junta portugueses, que gostariam de poder usufruir dos mesmos benefícios que os seus vizinhos.
As empresas que exploram os parques eólicos no lado espanhol pagam rendas pelos terrenos e uma comparticipação nos lucros de exploração. "O que verificamos nas aldeias vizinhas espanholas é que não conseguem gastar todo o dinheiro que recebem", disse Manuel João, presidente da junta de freguesia do Parâmio.
Os autarcas portugueses aguardam, por isso, com expectativa poder vir a ter o mesmo rendimento que do lado espanhol para "fazer alguma coisa" nas suas freguesias, nomeadamente obras.
Mas, enquanto em Espanha os rendimentos das eólicas até já proporcionaram viagens ao Brasil, do lado de cá as ambições são mais práticas, pois, segundo Manuel João, "ainda há muito a fazer nas aldeias do coração do Parque Natural de Montesinho, uma das zonas mais visitadas da região, mas onde os habitantes vivem sem saneamento básico".
Os autarcas receiam que a direcção do PNM ponha "entraves" ao projecto por motivos ambientais, embora ressalvem que "ainda não se sabe como vai ser porque nunca ninguém pediu autorização para fazer uma coisa destas".
Qd acabarem os fundos...
Empresa promete "segunda Auto-Europa" com energia eólica
Publicado em: 20-04-2007 08:11 Fonte: Lusa Tipo: Geral
Uma empresa de capitais irlandeses e portugueses anunciou ontem que pretende construir em Bragança o maior parque eólico europeu, num investimento de 800 milhões de euros, que comparou a "uma segunda Auto Europa neste canto de Portugal".
Com este projecto, a Airtricity Energias Renováveis quer entrar no mercado português da energia, produzindo e vendendo directamente ao consumidor. A nova empresa resulta de uma parceria entre a Airtricity irlandesa, que está a desenvolver projectos do género em vários países, desde os Estados Unidos à China, e a empresa portuguesa Enerbaça- Energias Renováveis.
Segundo explicou o presidente da Enerbaça, Luís Pinho de Sousa, os 400 a 600 MW de energia que estima sejam produzidos neste mega parque eólico dará para "alimentar entre 15 a 20 cidades" como Bragança, que tem cerca de 20 mil habitantes. "Isto é, de facto, o maior parque eólico com uma unidade industrial feito em fileira no mosaico europeu", afirmou.
Tanto Luís Pinho de Sousa como o presidente da Airtricity, Paul Dowling, tencionam ter a funcionar "o primeiro aerogerador dentro de um a dois anos", embora ainda não esteja concluído o processo que permitirá avançar com o projecto. Os promotores estão já em negociações para o arrendamento de terrenos que se estendem pelos concelhos de Bragança e Vinhais.
Numa primeira fase vão ainda ser desenvolvidos estudos, através da instalação de torres meteorológicas, para avaliação da verdadeira capacidade da zona, que entendem ser das que apresentam maior potencial eólico no país. Os promotores prometem "centenas de postos de trabalho indirectos durante a construção, que envolverá empresas ligadas a este sector".
Para a manutenção do parque, que será construído em parcelas, serão criados localmente entre 45 a 50 postos de trabalho, segundo o presidente da Enerbaça. "Isto representa, de facto, uma segunda Auto-Europa em termos de investimento directo para este canto de Portugal", afirmou, comparando o projecto ao maior investimento estrangeiro feito no país no sector automóvel.
Com este parque eólico pretende-se contribuir para que Portugal possa atingir os objectivos de 45 por cento da electricidade consumida a partir de fontes renováveis até 2010.
Os promotores querem também vender directamente ao consumidor e afirmam que esta vertente faz parte do projecto e do valor global do investimento, aproveitando o mercado ibérico e a proximidade da região com Espanha.
O projecto está, no entanto, ainda dependente de estudos e autorizações, nomeadamente ao nível ambiental, já que será desenvolvido em pleno Parque Natural de Montesinho(PNM), que é uma área protegida.
Apesar de ser ambientalmente um dos sítios mais sensíveis de Portugal, os promotores entendem que "há que avançar sem radicalismos para alterar o tipo de consumo que está a ser feito com combustíveis fósseis".
Na cerimónia de apresentação do projecto o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, deixou um apelo no mesmo sentido, alertando que "este projecto necessita de muita cooperação institucional e de abertura por parte do Governo e nada de fundamentalismos".
O autarca lembrou que as aldeias do Parque Natural de Montesinho perderam, nos últimos trinta anos, metade da sua população, sendo necessário inverter esta tendência com investimentos.
Os parques eólicos que se avistam no lado espanhol continuam a ser motivo de "frustração" para os presidentes de junta portugueses, que gostariam de poder usufruir dos mesmos benefícios que os seus vizinhos.
As empresas que exploram os parques eólicos no lado espanhol pagam rendas pelos terrenos e uma comparticipação nos lucros de exploração. "O que verificamos nas aldeias vizinhas espanholas é que não conseguem gastar todo o dinheiro que recebem", disse Manuel João, presidente da junta de freguesia do Parâmio.
Os autarcas portugueses aguardam, por isso, com expectativa poder vir a ter o mesmo rendimento que do lado espanhol para "fazer alguma coisa" nas suas freguesias, nomeadamente obras.
Mas, enquanto em Espanha os rendimentos das eólicas até já proporcionaram viagens ao Brasil, do lado de cá as ambições são mais práticas, pois, segundo Manuel João, "ainda há muito a fazer nas aldeias do coração do Parque Natural de Montesinho, uma das zonas mais visitadas da região, mas onde os habitantes vivem sem saneamento básico".
Os autarcas receiam que a direcção do PNM ponha "entraves" ao projecto por motivos ambientais, embora ressalvem que "ainda não se sabe como vai ser porque nunca ninguém pediu autorização para fazer uma coisa destas".
Viva a Eólica II !
Depois da DST, tb a ABB decidiu aproveitar as massas...
Qd acabarem os fundos...
Empresa promete "segunda Auto-Europa" com energia eólica
Publicado em: 20-04-2007 08:11 Fonte: Lusa Tipo: Geral
Uma empresa de capitais irlandeses e portugueses anunciou ontem que pretende construir em Bragança o maior parque eólico europeu, num investimento de 800 milhões de euros, que comparou a "uma segunda Auto Europa neste canto de Portugal".
Com este projecto, a Airtricity Energias Renováveis quer entrar no mercado português da energia, produzindo e vendendo directamente ao consumidor. A nova empresa resulta de uma parceria entre a Airtricity irlandesa, que está a desenvolver projectos do género em vários países, desde os Estados Unidos à China, e a empresa portuguesa Enerbaça- Energias Renováveis.
Segundo explicou o presidente da Enerbaça, Luís Pinho de Sousa, os 400 a 600 MW de energia que estima sejam produzidos neste mega parque eólico dará para "alimentar entre 15 a 20 cidades" como Bragança, que tem cerca de 20 mil habitantes. "Isto é, de facto, o maior parque eólico com uma unidade industrial feito em fileira no mosaico europeu", afirmou.
Tanto Luís Pinho de Sousa como o presidente da Airtricity, Paul Dowling, tencionam ter a funcionar "o primeiro aerogerador dentro de um a dois anos", embora ainda não esteja concluído o processo que permitirá avançar com o projecto. Os promotores estão já em negociações para o arrendamento de terrenos que se estendem pelos concelhos de Bragança e Vinhais.
Numa primeira fase vão ainda ser desenvolvidos estudos, através da instalação de torres meteorológicas, para avaliação da verdadeira capacidade da zona, que entendem ser das que apresentam maior potencial eólico no país. Os promotores prometem "centenas de postos de trabalho indirectos durante a construção, que envolverá empresas ligadas a este sector".
Para a manutenção do parque, que será construído em parcelas, serão criados localmente entre 45 a 50 postos de trabalho, segundo o presidente da Enerbaça. "Isto representa, de facto, uma segunda Auto-Europa em termos de investimento directo para este canto de Portugal", afirmou, comparando o projecto ao maior investimento estrangeiro feito no país no sector automóvel.
Com este parque eólico pretende-se contribuir para que Portugal possa atingir os objectivos de 45 por cento da electricidade consumida a partir de fontes renováveis até 2010.
Os promotores querem também vender directamente ao consumidor e afirmam que esta vertente faz parte do projecto e do valor global do investimento, aproveitando o mercado ibérico e a proximidade da região com Espanha.
O projecto está, no entanto, ainda dependente de estudos e autorizações, nomeadamente ao nível ambiental, já que será desenvolvido em pleno Parque Natural de Montesinho(PNM), que é uma área protegida.
Apesar de ser ambientalmente um dos sítios mais sensíveis de Portugal, os promotores entendem que "há que avançar sem radicalismos para alterar o tipo de consumo que está a ser feito com combustíveis fósseis".
Na cerimónia de apresentação do projecto o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, deixou um apelo no mesmo sentido, alertando que "este projecto necessita de muita cooperação institucional e de abertura por parte do Governo e nada de fundamentalismos".
O autarca lembrou que as aldeias do Parque Natural de Montesinho perderam, nos últimos trinta anos, metade da sua população, sendo necessário inverter esta tendência com investimentos.
Os parques eólicos que se avistam no lado espanhol continuam a ser motivo de "frustração" para os presidentes de junta portugueses, que gostariam de poder usufruir dos mesmos benefícios que os seus vizinhos.
As empresas que exploram os parques eólicos no lado espanhol pagam rendas pelos terrenos e uma comparticipação nos lucros de exploração. "O que verificamos nas aldeias vizinhas espanholas é que não conseguem gastar todo o dinheiro que recebem", disse Manuel João, presidente da junta de freguesia do Parâmio.
Os autarcas portugueses aguardam, por isso, com expectativa poder vir a ter o mesmo rendimento que do lado espanhol para "fazer alguma coisa" nas suas freguesias, nomeadamente obras.
Mas, enquanto em Espanha os rendimentos das eólicas até já proporcionaram viagens ao Brasil, do lado de cá as ambições são mais práticas, pois, segundo Manuel João, "ainda há muito a fazer nas aldeias do coração do Parque Natural de Montesinho, uma das zonas mais visitadas da região, mas onde os habitantes vivem sem saneamento básico".
Os autarcas receiam que a direcção do PNM ponha "entraves" ao projecto por motivos ambientais, embora ressalvem que "ainda não se sabe como vai ser porque nunca ninguém pediu autorização para fazer uma coisa destas".
Qd acabarem os fundos...
Empresa promete "segunda Auto-Europa" com energia eólica
Publicado em: 20-04-2007 08:11 Fonte: Lusa Tipo: Geral
Uma empresa de capitais irlandeses e portugueses anunciou ontem que pretende construir em Bragança o maior parque eólico europeu, num investimento de 800 milhões de euros, que comparou a "uma segunda Auto Europa neste canto de Portugal".
Com este projecto, a Airtricity Energias Renováveis quer entrar no mercado português da energia, produzindo e vendendo directamente ao consumidor. A nova empresa resulta de uma parceria entre a Airtricity irlandesa, que está a desenvolver projectos do género em vários países, desde os Estados Unidos à China, e a empresa portuguesa Enerbaça- Energias Renováveis.
Segundo explicou o presidente da Enerbaça, Luís Pinho de Sousa, os 400 a 600 MW de energia que estima sejam produzidos neste mega parque eólico dará para "alimentar entre 15 a 20 cidades" como Bragança, que tem cerca de 20 mil habitantes. "Isto é, de facto, o maior parque eólico com uma unidade industrial feito em fileira no mosaico europeu", afirmou.
Tanto Luís Pinho de Sousa como o presidente da Airtricity, Paul Dowling, tencionam ter a funcionar "o primeiro aerogerador dentro de um a dois anos", embora ainda não esteja concluído o processo que permitirá avançar com o projecto. Os promotores estão já em negociações para o arrendamento de terrenos que se estendem pelos concelhos de Bragança e Vinhais.
Numa primeira fase vão ainda ser desenvolvidos estudos, através da instalação de torres meteorológicas, para avaliação da verdadeira capacidade da zona, que entendem ser das que apresentam maior potencial eólico no país. Os promotores prometem "centenas de postos de trabalho indirectos durante a construção, que envolverá empresas ligadas a este sector".
Para a manutenção do parque, que será construído em parcelas, serão criados localmente entre 45 a 50 postos de trabalho, segundo o presidente da Enerbaça. "Isto representa, de facto, uma segunda Auto-Europa em termos de investimento directo para este canto de Portugal", afirmou, comparando o projecto ao maior investimento estrangeiro feito no país no sector automóvel.
Com este parque eólico pretende-se contribuir para que Portugal possa atingir os objectivos de 45 por cento da electricidade consumida a partir de fontes renováveis até 2010.
Os promotores querem também vender directamente ao consumidor e afirmam que esta vertente faz parte do projecto e do valor global do investimento, aproveitando o mercado ibérico e a proximidade da região com Espanha.
O projecto está, no entanto, ainda dependente de estudos e autorizações, nomeadamente ao nível ambiental, já que será desenvolvido em pleno Parque Natural de Montesinho(PNM), que é uma área protegida.
Apesar de ser ambientalmente um dos sítios mais sensíveis de Portugal, os promotores entendem que "há que avançar sem radicalismos para alterar o tipo de consumo que está a ser feito com combustíveis fósseis".
Na cerimónia de apresentação do projecto o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, deixou um apelo no mesmo sentido, alertando que "este projecto necessita de muita cooperação institucional e de abertura por parte do Governo e nada de fundamentalismos".
O autarca lembrou que as aldeias do Parque Natural de Montesinho perderam, nos últimos trinta anos, metade da sua população, sendo necessário inverter esta tendência com investimentos.
Os parques eólicos que se avistam no lado espanhol continuam a ser motivo de "frustração" para os presidentes de junta portugueses, que gostariam de poder usufruir dos mesmos benefícios que os seus vizinhos.
As empresas que exploram os parques eólicos no lado espanhol pagam rendas pelos terrenos e uma comparticipação nos lucros de exploração. "O que verificamos nas aldeias vizinhas espanholas é que não conseguem gastar todo o dinheiro que recebem", disse Manuel João, presidente da junta de freguesia do Parâmio.
Os autarcas portugueses aguardam, por isso, com expectativa poder vir a ter o mesmo rendimento que do lado espanhol para "fazer alguma coisa" nas suas freguesias, nomeadamente obras.
Mas, enquanto em Espanha os rendimentos das eólicas até já proporcionaram viagens ao Brasil, do lado de cá as ambições são mais práticas, pois, segundo Manuel João, "ainda há muito a fazer nas aldeias do coração do Parque Natural de Montesinho, uma das zonas mais visitadas da região, mas onde os habitantes vivem sem saneamento básico".
Os autarcas receiam que a direcção do PNM ponha "entraves" ao projecto por motivos ambientais, embora ressalvem que "ainda não se sabe como vai ser porque nunca ninguém pediu autorização para fazer uma coisa destas".
sexta-feira, abril 20, 2007
Viva a energia Eólica!!!
Vale do Minho vai ser o maior produtor europeu de energia eólica
Monção, Valença, Melgaço, Paredes de Coura, Caminha e Vila Nova de Cerveira vão tornar o Vale do Minho, daqui a quatro anos, no maior produtor europeu de energia eólica, com uma potência de 240 megawatts.
Como este número representa quatro vezes o que os seis concelhos em causa consomem, o excedente será para "exportar" para a rede nacional. Em Caminha e Vila Nova de Cerveira o projecto já arrancou.Trata-se de um empreendimento da VentoMinho que envolve 350 milhões de euros - o maior investimento privado de sempre nestes municípios e quase 10 por cento da aposta nacional neste tipo de energia - e vai criar um milhar de postos de trabalho durante as obras de construção dos 12 parques eólicos previstos."O crescente aumento do preço das energias convencionais torna cada vez mais atractiva e viável a utilização da energia eólica", sustenta Nuno Ribeiro da Silva, ex-secretário de Estado da Energia e vice-presidente da VentoMinho, uma empresa do grupo Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho, participada pelos franceses da SIIF Énergies (representados pelo antigo secretário de Estado do Ambiente Carlos Pimenta), pelos espanhóis da Finerge (do grupo Endesa, ao qual está ligado Ribeiro da Silva) e pelo grupo bracarense DST (Domingos da Silva Teixeira, liderado pelo empresário José Teixeira). Os seis municípios envolvidos no projecto - à excepção de Caminha, todos integram a Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho - detêm 15 por cento do capital da VentoMinho e recebem 2,5 por cento dos lucros, transformando-se, assim, este montante na maior fonte de receita das autarquias nas duas próximas décadas, o equivalente ao período de concessão. A título de exemplo, a verba que Melgaço receberá em 2010 representará o dobro de todas as restantes receitas próprias da autarquia, conforme adianta Rui Solheiro, presidente da câmara e da comunidade intermunicipal.Por agora, já estão instalados quatro parques eólicos (dois em Caminha e outros tantos em Cerveira, que produzem 42 megawatts de energia) e a VentoMinho prevê que a construção dos restantes oito possa iniciar-se no próximo ano. Isso depende, todavia, do reforço que a REN (Rede Eléctrica Nacional) está a realizar na subestação de Pedralva (no concelho de Braga) para que a rede possa suportar a injecção dos 240 megawatts - o que também vai melhorar a qualidade do serviço prestado às populações do Alto Minho, nomeadamente no que se refere aos cortes no abastecimento de electricidade. Quando o negócio rima com culturaMas os mais de 65 mil habitantes desta zona vão também beneficiar a nível cultural por causa deste negócio. Conforme o PÚBLICO noticiou na segunda-feira, a VentoMinho vai conceder, ao abrigo do mecenato nos três próximos anos, 300 mil euros à companhia de teatro Comédias do Minho, criada há três anos pelas autarquias da comunidade intermunicipal. "Não existirá desenvolvimento tecnológico sem base cultural", frisa José Teixeira, da DST - grupo económico que, entre outros apoios a actividades culturais, criou um dos maiores prémios de literatura nacional (15 mil euros). Com este reforço de 50 por cento do seu orçamento anual, a Comédias do Minho - que conta com cinco actores residentes, levando o teatro a todas as aldeias dos cinco concelhos da comunidade intermunicipal - vai agora apostar também em intercâmbios com encenadores estrangeiros e conferir uma "maior visibilidade nacional" à companhia, conforme adianta António Pereira Júnior, presidente da direcção e autarca de Paredes de Coura.(16.06.06/Fonte : Público)
Pois é, esta notícia demonstra a que ponto chegou o nosso país, onde as melhores intenções (ambientais, culturais,etc...) servem os mais obscuros fins!!!
Refiro que neste momento, as referidas fontes financeiras fantásticas das autarquias referidas, que segundo o art. em 2010 representariam o dobro das fontes de rendimento das mesmas, foram já alienadas por meia dúzia de tostões para o grupo bracarense referido (que obviamente tinha um direito preferencial de aquisição no concurso público ;).
Depois do negócio da água, dos lixos e da construção, chega a hora de adquirir também a energia renóvavel...
Tudo sobre o alto patrocínio de ex-governantes, autarcas e deputados europeus...
Enfim, o povo anda de olhos tapados, e eles comem tudo....
Monção, Valença, Melgaço, Paredes de Coura, Caminha e Vila Nova de Cerveira vão tornar o Vale do Minho, daqui a quatro anos, no maior produtor europeu de energia eólica, com uma potência de 240 megawatts.
Como este número representa quatro vezes o que os seis concelhos em causa consomem, o excedente será para "exportar" para a rede nacional. Em Caminha e Vila Nova de Cerveira o projecto já arrancou.Trata-se de um empreendimento da VentoMinho que envolve 350 milhões de euros - o maior investimento privado de sempre nestes municípios e quase 10 por cento da aposta nacional neste tipo de energia - e vai criar um milhar de postos de trabalho durante as obras de construção dos 12 parques eólicos previstos."O crescente aumento do preço das energias convencionais torna cada vez mais atractiva e viável a utilização da energia eólica", sustenta Nuno Ribeiro da Silva, ex-secretário de Estado da Energia e vice-presidente da VentoMinho, uma empresa do grupo Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho, participada pelos franceses da SIIF Énergies (representados pelo antigo secretário de Estado do Ambiente Carlos Pimenta), pelos espanhóis da Finerge (do grupo Endesa, ao qual está ligado Ribeiro da Silva) e pelo grupo bracarense DST (Domingos da Silva Teixeira, liderado pelo empresário José Teixeira). Os seis municípios envolvidos no projecto - à excepção de Caminha, todos integram a Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho - detêm 15 por cento do capital da VentoMinho e recebem 2,5 por cento dos lucros, transformando-se, assim, este montante na maior fonte de receita das autarquias nas duas próximas décadas, o equivalente ao período de concessão. A título de exemplo, a verba que Melgaço receberá em 2010 representará o dobro de todas as restantes receitas próprias da autarquia, conforme adianta Rui Solheiro, presidente da câmara e da comunidade intermunicipal.Por agora, já estão instalados quatro parques eólicos (dois em Caminha e outros tantos em Cerveira, que produzem 42 megawatts de energia) e a VentoMinho prevê que a construção dos restantes oito possa iniciar-se no próximo ano. Isso depende, todavia, do reforço que a REN (Rede Eléctrica Nacional) está a realizar na subestação de Pedralva (no concelho de Braga) para que a rede possa suportar a injecção dos 240 megawatts - o que também vai melhorar a qualidade do serviço prestado às populações do Alto Minho, nomeadamente no que se refere aos cortes no abastecimento de electricidade. Quando o negócio rima com culturaMas os mais de 65 mil habitantes desta zona vão também beneficiar a nível cultural por causa deste negócio. Conforme o PÚBLICO noticiou na segunda-feira, a VentoMinho vai conceder, ao abrigo do mecenato nos três próximos anos, 300 mil euros à companhia de teatro Comédias do Minho, criada há três anos pelas autarquias da comunidade intermunicipal. "Não existirá desenvolvimento tecnológico sem base cultural", frisa José Teixeira, da DST - grupo económico que, entre outros apoios a actividades culturais, criou um dos maiores prémios de literatura nacional (15 mil euros). Com este reforço de 50 por cento do seu orçamento anual, a Comédias do Minho - que conta com cinco actores residentes, levando o teatro a todas as aldeias dos cinco concelhos da comunidade intermunicipal - vai agora apostar também em intercâmbios com encenadores estrangeiros e conferir uma "maior visibilidade nacional" à companhia, conforme adianta António Pereira Júnior, presidente da direcção e autarca de Paredes de Coura.(16.06.06/Fonte : Público)
Pois é, esta notícia demonstra a que ponto chegou o nosso país, onde as melhores intenções (ambientais, culturais,etc...) servem os mais obscuros fins!!!
Refiro que neste momento, as referidas fontes financeiras fantásticas das autarquias referidas, que segundo o art. em 2010 representariam o dobro das fontes de rendimento das mesmas, foram já alienadas por meia dúzia de tostões para o grupo bracarense referido (que obviamente tinha um direito preferencial de aquisição no concurso público ;).
Depois do negócio da água, dos lixos e da construção, chega a hora de adquirir também a energia renóvavel...
Tudo sobre o alto patrocínio de ex-governantes, autarcas e deputados europeus...
Enfim, o povo anda de olhos tapados, e eles comem tudo....
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